Religiões

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"Ama a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo!"

(Jesus)

SOMOS UM EM PAZ


As mais antigas em Chavantes


A paróquia de Nossa Senhora de Santana é criada no Irapé, no ano de 1912.

A Igreja Presbiteriana Independente é instalada em Chavantes em 31 de dezembro de 1913.

Em 1915, é erguida a Capela de Chavantes.


Em 1915, é lançada a pedra fundamental da nova Matriz do Distrito de Irape, inaugurada em 25 de agosto de 1918.

1º de dezembro de 1928 é fundado o Centro Espírita Manjedoura de Belém.  


Matriz de Nossa Senhora AparecidaSua pedra fundamental foi lançada no dia 08 de setembro de 1928  e a inauguração  ocorreu em 08 de setembro de 1934.

No ano de 1947 a Igreja Congregação Cristã no Brasil é fundada em Chavantes.



Igreja Católica - Irapé e Chavantes

Vídeo - Por que sou católico?
Nossa Senhora de Santana
Em novembro de 1912, a Lei Eclesial Diocesana nº 723, criou a Paróquia de Nossa Senhora de Santana do Irapé. Seu pároco foi o  Pe. Joaquim Inácio Tomes de Faria, vigário de Chavantes e Irapé. No ano seguinte, 1913, D. Lucio Antunes de Souza faz sua primeira visita pastoral à Paróquia. (arquivo da Paróquia de Salto Grande).
Interessante notar que D. Lucio foi o primeiro Bispo  da diocese de Botucatu. A instalação da Diocese de Botucatu aconteceu em 19 de outubro de 1908. A nova diocese, era, em extensão, a maior diocese do Estado de São Paulo, abrangendo cerca de 50% do território paulista, limitando-se, ao norte com o Rio Tietê, ao sul com o Paranapanema, a leste com o Oceano Atlântico e, a oeste com o Rio Paraná. Era composta, precisamente, por 53 paróquias. Assim, ao tornar-se sede de uma diocese, Botucatu dava mais um passo no projeto de civilizar o “sertão desconhecido”, afinal, nesse contexto a cidade tornara-se sede administrativa da polícia, da educação e da saúde, dessas regiões ainda não alcançadas pela racionalidade do Estado e da Igreja.
Aspectos da ação romanizadora de D. Lúcio Antunes de Sousa: o primeiro bispo de Botucatu, responsável por levar o ultramontanismo ao sertão, foi D. Lúcio Antunes de Sousa
Até sua morte, em 19 de outubro de 1923, D. Lúcio visitou por quase três vezes todas as paróquias de sua extensa diocese. Envolveu-se em inúmeras disputas patrimoniais, políticas e religiosas, procurando implantar um modelo de Igreja segundo os moldes romanos, clericalizada e sacramentalizada, que acreditava ser, em sua concepção ultramontana do catolicismo, o verdadeiro agir dos cristãos.

Inauguração da Igreja Matriz do Irapé cuja pedra fundamental
foi lançada em 1915, no mês de agosto. Foi inaugurada em 1918 por 
 iniciativa do Pe. David Corso.

Igreja Nossa Senhora do Rosário

O altar
Fotos do acervo de Ivo e Suria

 Coroação de Nossa Senhora

O interior

Suria Cury de Souza e seus alunos


A Capela de Chavantes

Em 1915, quando a cidade iniciava sua vida, foi erguido o primeiro templo católico.
Localizado na esquina entre as ruas Anastácio Pascoal (hoje Pe. David Corso) e Cel. Azarias Bueno, foi denominado Capela de Chavantes  e  seu  responsável  era o conhecido e estimado Padre David Corso.
Nosso amigo Alladim do Rio conheceu a capela e atenciosamente a descreve para nós:

“Para aquela época, até que era uma Igreja simpática. Localizava-se num terreno que ficava de frente para a parte dos fundos dos armazéns da Sorocabana. Era um terreno grande que se comunicava com as duas ruas.
O salão onde ficavam os fiéis, era grande, arejado e com bancos coletivos como os de agora. Como os bancos eram poucos, sua preferência foi dada às mulheres e crianças e os homens ficavam em pé, num espaço grande que havia atrás dos bancos.
Por uma escadaria, chegava-se a um mezanino chamado de coro, onde um bem afinado coral cantava os hinos ao som de um órgão. Alguns componentes do órgão eram conhecidos por suas belas e harmoniosas vozes.
Distando uns 15 ou 20 metros da porta de entrada, um Cruzeiro feito com blocos de pedras anunciava que ali era uma casa de Deus. Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, postada num pedestal no altar mor, dominava toda a nave abençoando os fiéis ali presentes.
Um sino de bronze, com um som alto mas bom de ouvir, avisava os fiéis os horários dos atos religiosos.
A Igreja teve por muitos anos dois párocos estimados pela população por seu grande amor ao próximo e capacidade de ensinar religião. Foram eles e Pe. David Corso e o Pe. Fáia. A bondade e capacidade dos padres até hoje é lembrada pelos moradores antigos.
Com a construção da Igreja Matriz, a antiga passou a ser chamada de Igreja Velha, sendo primeiramente usada como sede da Congregação Mariana, depois Teatro, Escola e finalmente foi abandonada. Deveria ter sido conservada com amor e carinho como uma marca do Catolicismo em Chavantes mas, foi demolida, e os poucos habitantes que dela se recordam não sabem explicar o motivo”.


Nossa Senhora Aparecida

História de Nossa Senhora Aparecida

A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada por dois pescadores do Rio Paraíba do Sul, na região de  Guaratinguetá, estado de São Paulo, por volta do ano de 1717. Os pescadores Domingos Martins Garcia, João Alves e Filipe  Pedroso já pescavam há bastante tempo, sem que conseguissem tirar peixe algum das águas do rio. Foi quando João trouxe em sua rede a parte correspondente ao corpo da imagem e, depois, lançando a rede um pouco mais distante, trouxe nela a cabeça da Senhora. Dali por diante, a pescaria tornou-se copiosa e, receosos de que a quantidade de peixe trazida para os barcos ocasionasse um naufrágio, os três amigos voltaram para casa, trazendo a imagem e contando a todos o prodígio que haviam vivido. O culto à Senhora não tardou a tomar vulto. À imagem, que representa Nossa Senhora da Conceição, logo foi dado o nome de Aparecida, por ter aparecido do meio das águas nas mãos dos pescadores. Inicialmente instalada em uma capela na vila dos pescadores, já por volta do ano de 1745 teve sua primeira igreja oficial, em torno da qual viria a nascer o povoado e o santuário de Aparecida.
A consagração de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil ocorreu em 31 de maio de 1931, em uma celebração que reuniu, já naquela época, um milhão de pessoas. Os padres redentoristas, responsáveis pelo Santuário Nacional de Aparecida, foram os grandes animadores da construção da Basílica que hoje abriga a imagem da Senhora.





Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida


Nossa Senhora Aparecida

Sua pedra fundamental foi lançada em setembro de 1928, com a presença do Bispo D. Carlos Duarte Costa. Seu primeiro vigário foi o Pe. João M. da Silva Faia.
No entanto, a população chavantense muito batalhou por sua construção, sendo que nos dia 06, 07, 08 e 09 de setembro de 1934 finalmente pode ser inaugurada.
Ainda inacabada como poderemos ver através de fotos históricas, estava  em condições de receber os fiéis para missas, batizados, casamentos e outras liturgias.

Em 1934, o jornal “O Município” publicava:

“Chavantes assistirá nos dias 6,7,8,e 9 do mez entrante, á inauguração da belíssima Matriz o que marcará uma época em sua novíssima historia.
Accorrerão a esta localidade, segundo Dizem, pessoas, as mais distintas, de diversos pontos do Estado. Serà, portanto, o maior acontecimento desta terra.
O povo atende satisfeito ás solicitações de senhoras e senhoritas, que, dotadas de verdadeira abnegação pedem-lhe o seu concurso valioso, para os brilhantes festejos anunciados.
O bello Templo de Fé, situado no ponto mais elevado da cidade, constitue por certo, um atestado inconcusso da elevação moral de seus distinctos e pacificos habitantes”

Foto Histórica - 1934 - Inauguração da Igreja Matriz. 
Durante muitos anos a Igreja ficou inacabada e sem a parte superior da torre.

A frente da Igreja em 1937


Foto Histórica - 1937. Casamento de 
Amando Pinto da Silva e Leonor (Nêga).
A foto mostra a Igreja Matriz em 1937. Suas paredes 
ainda estavam com tijolos
 aparentes e as janelas onde seriam colocados
 belos vitrais, fechadas com tábuas.
Acervo da Família.


Foto Histórica - 1939 - Casamento de
 Genésio Cavezzale e Maria Luiza (Izinha) Campos. 
Também mostra as paredes com tijolos aparentes e
as janelas fechadas com tábuas. 
Damas de Honra: Maria Odila e Marlene.

Novo Sino

Durante a festa de São Brás, foi inaugurado o novo sino de 230 quilos da Igreja Matriz. Nele consta a seguinte inscrição: “Na voz deste sino Chavantes canta as glórias da Virgem Aparecida, sua padroeira".




Foto Histórica. Acervo de Valdete H. Martins

Foto Histórica . Acervo de Sueli Torres

Foto Histórica
 Sequência da construção quando ela recebeu o pináculo e foi rebocada
Acervo de Valdete Honorato Martins

Foto Histórica- Casa Paroquial. Acervo de Valdete Honorato Martins

Foto Histórica - O belo jardim antes de ser transformado em um espaço feio.
Acervo de Valdete Honorato Martins

Acervo de Valdete Honorato Martins


Foto Histórica - antigo altar da Igreja Matriz.

Hoje, temos apenas a mesa. Acima do altar havia um vitral com 3 representações:
 cálice, N. Sra. Aparecida e  âmbula.
(âmbula é um tipo de cálice no qual se colocam as hóstias para serem consagradas, ou mesmo as que já foram consagradas. Geralmente feita de ferro, com o interior dourado e tampa, pode ser usado como ostensório). Acervo de Eugênio Polezer.


Causa da mudança ocorrida no altar da Igreja:
O Concílio Vaticano II: Foi uma série de conferências realizadas entre 1962 e 1965, consideradas o grande evento da Igreja Católica no século 20. Com o objetivo de modernizar a Igreja e atrair os cristãos afastados da religião, o papa João XXIII convidou bispos de todo o mundo para diversos encontros, debates e votações no Vaticano. Da pauta dessas discussões constavam temas como os rituais da missa, os deveres de cada padre, a liberdade religiosa e a relação da Igreja com os fiéis e os costumes da época. "O Concílio tocou em temas delicados, que mudaram a compreensão da Igreja sobre sua presença no mundo moderno. Foram repensadas, por exemplo, as relações com as outras igrejas cristãs, o judaísmo e crenças não-cristãs", diz o teólogo Pedro Vasconcelos, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Após três anos de encontros, as autoridades católicas promulgaram 16 documentos como resultado do Concílio.
O altar atual. Foto de Jairo e Erik

MISSA
ANTES DO CONCÍLIO - Rezada em latim, com o padre voltado para o altar, de costas para os fiéis. Apenas membros do clero comandavam a celebração
DEPOIS DO CONCÍLIO - Rezada no idioma de cada país, com o padre de frente para o público. Mulheres e homens leigos (que não são do clero) podem ajudar na celebração


Acervo do Lar São Vicente de Paulo

Igreja atual


Padres:

Padre Urbano
Acervo de Sueli Torres

Padre Albertinho e seus pais.
 Acervo de Valdete Honorato Martins

Antigo altar 
 Acervo de Valdete Honorato Martins

 Acervo de Valdete Honorato Martins

Padre Albertinho e o Papa João Paulo II
 Acervo de Valdete Honorato Martins

Jovens e Crianças

Encenação do Julgamento e Morte de Jesus. Via Crúcis.
Acervo de Valdete Honorato Martins

 Acervo de Valdete Honorato Martins


 Acervo de Valdete Honorato Martins

  Acervo de Valdete Honorato Martins

 Acervo de Valdete Honorato Martins

 Acervo de Valdete Honorato Martins

 Acervo de Valdete Honorato Martins

Corpus Christi 
Acervo de Valdete Honorato Martins

Corpus Christi   
Acervo de Valdete Honorato Martins

Crisma 
 Acervo de Acervo de Regina Mariotto Rotelli

Batizado
 Acervo de Márcia Santos Castro

1ª Comunhão
Acervo de Ivo e Suria Souza

Acervo de Regina Mariotto Rotelli

Uma Homenagem


Monsenhor David Corso ou como era conhecido, Padre David Corso.
O Arquiteto de Deus.



Dados Biográficos
1885-7 de julho: nasce em Fonzano na Província de Beluno, Itália
1909- 24 de julho: é ordenado sacerdote, em Pádua;
1914- 24 de julho: vem para o Brasil;  
1915-1926: trabalha como vigário em Prainha (Santos) Irapé, Chavantes, Agudos, Ourinhos e Salto Grande;
1926-1930: é nomeado Vigário em Assis, pela primeira vez;
1930-1936: é nomeado Vigário em Presidente Bernardes;  
1936-1943: é nomeado Vigário em Assis pela segunda vez;
1943-1947: é nomeado Vigário de Cândido Mota;  
1947: em março, o Padre David renuncia a Paróquia de Cândido Mota.
1949: no dia 15 de junho, morre, às 22 horas;
1949: é sepultado em Assis no dia 17 de junho.






Porque denomino o Padre David de Arquiteto de Deus.
Ao pesquisar sua vida, fiquei impressionada com a atitude missionária do padre, conquistando o respeito, admiração e amor pelas diferentes cidades por onde passou. Italiano de nascimento, franzino, bonito, padre David foi um grande construtor de Igrejas.
Vejamos:
1ª Matriz do Irapé
Capela de Chavantes (que infelizmente foi demolida)
1ª Igreja Matriz de Ourinhos
Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Presidente Bernardes.
Capela Santo Antônio, de Agudos.
Entre outras.


Monsenhor David Corso, popularmente conhecido como Padre David, foi pároco na cidade de Assis até o dia de seu passamento, no ano de 1949. Foi uma pessoa muito humilde e extremamente caridosa, sempre ajudando os mais necessitados.

Quando da sua última remoção da paróquia de Cândido Mota para a de Assis, houve uma interminável fila de automóveis que o acompanharam durante o trajeto, sendo que quando o primeiro carro  se aproximou da Catedral assisense, o último carro ainda não havia deixado a praça da Matriz candidomotense. Mais de 10 km de fila de automóveis, um colado ao outro, tal era a gratidão desses cidadãos assisenses e candidomotenses.

O saudoso e inesquecível Roberto (Bibo) Marchetti, todo ano no dia de finados, em frente ao túmulo/Capela no cemitério de Assis onde foi enterrado Padre David, distribuía um "santinho" do Padre David com o seguintes dizeres: "Padre Davi, quem o conheceu jamais o esquecerá". (Arnaldo Afonso Brandilione).

Após a sua morte, muito amado pelo povo, foi atribuída a ele a realização de milagres, o que possibilitou um pedido de Beatificação.

A oração que os fiéis fazem pedindo graças, é:

Oração para pedir Graças ao Monsenhor David Corso

Ó Trindade Santa que enchestes Monsenhor David de zelo pastoral e concedestes a ele o amor pelos pobres e humildes, fazei que nós sejamos fiéis a estes compromissos e atendei a nossa prece (pedir a graça) e para que monsenhor David seja elevado à glória da Beatificação.



Dom Luiz Soares Vieira

Lema Episcopal: “Eu vim para servir e não para ser servido”.

Arcebispo Metropolitano de Manaus nasceu em Conchas, Estado de São Paulo, em 2 de maio de 1937; filho de Luiz Carlos Vieira, funcionário público e Judite Soares Vieira, professora; família trabalhadora, seus pais educaram os três filhos com dificuldades, todavia, souberam orientá-los para seguir com liberdade a profissão escolhida. Cedo iniciou seus estudos no Grupo Escolar de Itatinga, São Paulo (1944/1947). Dom Luiz guarda recordações muito positivas do carinho de seus pais, dessa forma pôde iniciar aos 10 anos de idade seus estudos no Seminário Diocesano de Botucatu, São Paulo (1948/1953), fazendo crescer a semente da vocação religiosa, que já se manifestava nos primeiros anos de sua adolescência. Cursou Filosofia no Seminário Central do Ipiranga, São Paulo(1954/1956) e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma (1956/1960). Foi ordenado padre aos 22 anos, antes da idade permitida, precisando, portanto de uma licença especial do Papa para poder exercer o ministério. Completou os estudos em Filosofia na Universidade de Mogi das Cruzes, em São Paulo (1970).
Na vida religiosa exerceu as funções de: Vice-Reitor do Seminário Diocesano de Botucatu, São Paulo (1960/1962); Vigário Ecônomo de Chavante/SP (1962/1969); Pároco de Pirapó, Paraná (1969/1978); Vigário Episcopal de Pirapó/PR (1975/1978); Pároco de São Benedito, Apucarana/PR (1978/1980); Pároco de Sabáudia/PR (1980/1982); Vigário Episcopal de Astorga/PR (1980/1982); Pároco da Santíssima Trindade, Arapongas/PR (1982/1984); Vigário Ecônomo de Nossa Senhora de Guadalupe, Arapongas/PR (1982); Vigário Episcopal da Região do Centro-Norte (1982/1984); Juiz Oficial do Tribunal Eclesiástico da Diocese de Apucarana/PR (1970/1984); Vigário Capitular da Diocese de Apucarana/PR 91982/1983); Vigário Geral da Diocese de Apucarana/PR (1983/1984); Reitor do Seminário Filosófico de Apucarana/PR (1982/1984); Bispo Diocesano de Macapá/AP (1984/1992) e a partir de 19 de janeiro de 1992 passou a ser Arcebispo Metropolitano de Manaus; foi Presidente do Regional Norte I – CNBB (1992/2008). Atualmente é Vice-Presidente da CNBB-Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Padre Luizinho, como era carinhosamente chamado pela população de Chavantes.

Acervo de Rosa Gabriel Falanga

 1ª Comunhão de Ane Mary
Acervo de Ane Mary

 Bodas de Prata - Wilson e Nelly Nogueira
Acervo de Vanessa Nogueira

Dr. Wanor, Pe Luizinho, João Navarro
Acervo de Sueli Torres


Arcebispo Metropolitano de Manaus e Vice-Presidente da CNBB-Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.





Igreja de São Pedro


Sua pedra fundamental foi lançada no dia 09 de outubro de 1977, mas a sua construção demorou vários anos para ser concluída.
Podemos acompanhar através dos registros fotográficos do acervo de Valdete Honorato Martins, os passos da sua construção até que ela fosse entregue ao público.













 É possível imaginar o carinho e a dedicação de José Martins, fotografando durante anos, as fases da
construção do templo. Nosso agradecimento à família que conservou tão importante registro.

 Imagem de Satélite

 Acervo de Leonildo Vidal

 Acervo de Leonildo Vidal
Acervo de Valdete Honorato Martins


EM CONSTRUÇÃO

7 comentários:

Anônimo disse...

Lilia, houve um equivoco. O templo novo da matriz esta' com a torre, que alias e' visivel, na foto. O que falta e' o pinaculo ou ponta da torre. Grato, Cirilo.

USE BAURU disse...

Saudades, do CEMB!!!

Onde conheci a Doutrina Espírita, o primeiro passo para muitas mudanças, nesta minha jornada terreste.

:)
F@

Lilia disse...

oi anônimo, vc está certo. é que uma rádio em SP fez uma piadinha com a Igreja sem "torre" e é assim q ela ficou conhecida. tenho uma fotos boas dela "sem" e "com" torre.
vou colocar a palavra em aspas. obrigada

Lilia disse...

Comentário de Inah De Campos José Lilia! Que lembrança linda que você colocou, inclusive o padre Luizinho,
que hoje é bispo, ele que fez o meu casamento, fiquei muito feliz de ver
esta matéria, muito importante.
Você é um genio. vou encaminhá-la p/ os meus filhos, que foram seus alunos, tenho, certeza que ficarão muito contente.

Lilia disse...

Comentário de Fabrizio Jacomini Me recordo da construção da igreja São Pedro, joguei muita bola no gramado que fica à frente. Brinquei muito na areia da construção. Infelizmente a construção dessa igreja ficou marcada por uma tragédia, um acidente terrível que ceifou a vida de um dos filhos da Toninha

José Carlos Neves Lopes disse...

Parabéns pelo seu blog. Um excelente registro da memória da nossa vizinha Chavantes.
José Carlos Neves Lopes

Lilia disse...

Obrigada, José Carlos. O blog ainda está no começo e outras religiões aparecerão tbm. Volte sempre.